Chegou aos cinemas Assassin’s Creed, mais um longa que adapta um famoso jogo para as telonas. Assassin’s Creed era a esperança de fazer adaptações de jogos darem certo, uma vez que as últimas lançadas não foram muito bem nem pela critica nem pelo público.

Felizmente o longa dirigido por Justin Kurzel funcionou, e vai entreter até mesmo quem desconhece o jogo.

Com um roteiro objetivo e montagem bem feita o filme consegue desenrolar a narrativa sem precisar de muito esforço. O desafio principal do diretor era passar de forma clara toda a complexidade do jogo em um filme para um público que talvez nunca tenha ouvido falar do jogo, e claro agradar os fãs do jogo ao mesmo tempo.

O longa gira em torno de Cal Lynch, interpretado por Michael Fassbender, que logo no incio da trama é condenado a morte, mas se vê nas mãos de uma empresa chamada Abstergo. E então ele posto em uma maquina que permite que ele reviva memórias de um ancestral com o objetivo de descobrir onde foi parar a maça do Éden, um artefato que esconde mistérios da humanidade.

A trama se desenvolve de maneira grandiosa alternando entre o passado e o futuro sem perder o foco de nenhum dos lados. Mesmo sendo uma história que precise de mais de um filme para ser contada Assassin’s Creed conseguiu se manter em um ritmo que não é ruim, e mesmo com pequenos furos no roteiro e uma coisinha aqui ou ali que poderiam ser explicadas de melhor forma o filme com certeza não pode entrar na lista de piores adaptações de jogos, talvez até esteja entre as que mais deram certas para o cinema e renove a esperança dos fãs para futuros filmes com base em jogos.