A Warner Bros resolveu fazer um reboot de Tomb Raider. Em Tomb Raider – A Origem descobrimos a origem -como sugere o nome- da personagem já conhecida, Lara Croft. Nós já vimos o filme e contamos o que achamos logo abaixo.

Sem Spoiler

O filme é baseado no jogo de mesmo nome e já teve uma versão para o cinema com a atriz Angelina Jolie como Lara.

Neste filme: Lara Croft é a independente filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu anos antes. Com a esperança de resolver o mistério do desaparecimento de seu pai, Lara embarca em uma perigosa jornada para seu último destino conhecido – um túmulo lendário em uma ilha mítica que pode estar em algum lugar ao largo da costa do Japão. As apostas não podiam ser maiores, pois Lara deve confiar em sua mente aguda, fé cega e espírito teimoso para se aventurar no desconhecido.

Bom, objetivo de um reboot é iniciar do zero algo já conhecido e muitas vezes isso dá errado. A primeira tentativa de adaptar a personagem para o cinema aconteceu em 2001, alguém lembra? Muito provável que não, a não ser que você assista Sessão da Tarde. Então recontar a história para uma nova audiência talvez tenha sido uma boa ideia.

Nesta versão temos a talentosa Alicia Vikander como Lara e a atriz consegue fazer a melhor versão da personagem, para os filmes, além de demostrar uma habilidade física incrível e desenvolvimento de personagem excepcional, alias ela carregou os filme todo nas costas.

Sabemos que é difícil adaptar um jogo para outra mídia, mas os roteiristas deram seu melhor e o diretor Roar Uthaug tentou, algumas cenas ficaram confusas e meio improváveis já que a proposta era apresentar uma Lara Croft mais humana e menos heroica que a anterior, se a premissa é esta, como alguém pula de um lado para o outro e a distancia é de no minimo dez metros entre um ponto e outro? Coisas do cinema. E é aqui que quero chegar, é só um filme, gente! E imagino eu que estas cenas tenham sido feitas de ‘proposito’, e a vontade de apertar o X (ter o controle da cena) para ajudar Lara não faltou.

A história é cheia de clichês e cenas previsíveis (mas, que são legais de ver e divertem), e sim vale a pena comprar uma pipoca + ingresso, principalmente se for visto em IMAX.

Não tem cenas pós créditos.

Tomb Raider – A Origem estreia nos cinemas no dia 15.